Tempo de abrandar

Eu sou daquelas pessoas que acredita que tudo acontece por uma razão. Podemos até não perceber bem qual, mas ela está lá. E acho que ter ficado doente serviu para abrandar o ritmo.

Vim viajar com imenso tempo e sem qualquer pressa, como costumam dizer, com o objetivo de “viajar devagar”. Mas a verdade é que passei o último mês num verdadeiro rodopio de um lado para o outro. Acho que tive medo de ficar demasiado tempo nos sítios que visitava e ficar aborrecida sem nada para fazer. Só que por mais estúpido que possa parecer, viajar é realmente cansativo. Não só fisicamente, porque ando imenso a pé e debaixo de temperaturas próximas dos 40ºC, mas também mentalmente. Em viagem tudo é novo todos os dias. Todos os dias são diferentes e estamos constantemente a absorver um mundo novo. Vivemos diariamente em alta intensidade e, acreditem, estou aqui há 5 semanas mas parece muito mais tempo.

Ter ficado doente tornou complicado passar o dia inteiro na rua e obrigou-me a mais sestas e repouso. E a verdade é que estou mesmo a sentir que o meu corpo está a exigir-me isso, mais descanso e mais calma. E é que o vou fazer, abrandar. Menos atividades por dia e mais dias em cada sítio. Para já, apaixonei-me por Chiang Mai. Apesar de ser uma cidade, encontrei aqui algo que me apazigua. E depois seguirei para Pai, uma terra na Tailândia exatamente conhecida pelo seu estilo de vida tranquilo.

Afinal, já diz o ditado, devagar se vai ao longe.

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