Conheces os teus talentos naturais?

Muitos de nós passam parte da vida ou a vida toda a viver como nos incutiram que se vivia. Seguimos os padrões da sociedade, seguimos os exemplos que tivemos na nossa educação e acreditamos que estamos a viver como é suposto viver. Não conhecemos outro modo. Fazemos o melhor que sabemos.

Acreditamos fortemente que temos determinadas capacidades e que não temos tantas outras. Dizemos a nós mesmos que é como somos. Acreditamos naquilo que dizemos ou naquilo que nos dizem e agimos de acordo com isso. Não sou social, não sou criativa, não sou comunicativa, sou tímida, sou desorganizada… Enfim, dizemos para nós mesmos e para quem quiser ouvir as mais inúmeras coisas sobre nós sem realmente pensarmos porque estamos a dizê-las. Se pararmos para reparar, provavelmente percebemos que durante um dia dizemos este tipo de coisas mais vezes do que pensamos. E o mais engraçado, é que se alguém chegar perto de nós e nos perguntar quem somos nós não sabemos responder. Ou acabamos normalmente por dizer aquilo que fazemos. Mas nós não somos aquilo que fazemos.

Isto para dizer duas coisas muito importantes: estamos cheios de crenças e não nos conhecemos.

Eu sempre achei que me conhecia a mim mesma demasiado bem. Conhecia sim, conhecia muito bem a minha camada superficial. Aquela que sempre acreditei ser, aquela que quis ser para dar resposta às minhas próprias expectativas e até certo ponto para dar uma chapada na cara das expectativas da sociedade. Só que um dia parei e percebi que não era feliz. Sentia-me miserável e comecei a colocar tudo em causa. Afinal o que andava eu aqui a fazer. Podia a vida ser isto? Não, a vida pode ser aquilo que fizeres dela. Demorei demasiado tempo a perceber que podia fazer da minha vida aquilo que eu quisesse. Mas percebi. E quando percebi que estava tudo nas minhas mãos, entendi também que estava na hora de me conhecer a sério. Estava na hora de procurar bem dentro de mim a minha essência e finalmente perceber o que eu tinha vindo cá fazer.

E foi nesta busca de mim mesma que, pelo caminho, se cruzou comigo a numerologia. E a numerologia trouxe-me algo que eu acho que sozinha teria sido difícil lá chegar. Fez-me abrir a mente para o facto de eu ter em mim talentos naturais que eu nunca acreditaria que tinha. Estão a ver aquela coisa que vocês diriam que nunca seriam capazes de fazer? Pois bem, a numerologia disse-me exatamente que eu tinha um talento incrível para fazer exatamente essa coisa que eu achava que era impensável para mim. A numerologia obrigou-me a olhar para mim e ver capacidades para além daquilo que eu acreditava ter.

No início ri-me e achei que não era possível. Mas a semente ficou cá e ao longo do caminho fui olhando com mais atenção e fui percebendo que talvez fosse verdade. A cada passo essa capacidade despertava mais em mim e eu começava a acreditar mais nela. E, hoje, isto tudo faz tanto sentido que até assusta.

Hoje, depois de muito trabalho a vasculhar dentro de mim. Conheço melhor quais são as minhas verdadeiras capacidades e acima de tudo estou mais consciente que nós somos feitos de crenças. E que não nos podemos deixar limitar por elas. Nós temos a capacidade de mudá-las e temos a capacidade de acreditar que somos capazes de fazer coisas que nunca pensámos. E se acreditarmos nisso vamos certamente conseguir fazê-las.

O primeiro passo é termos coragem de mergulhar em nós mesmos, enfrentar os nossos demónios internos e chegarmos à nossa essência. Quando lá chegarmos e percebermos exatamente para onde ela nos encaminha, só nos resta seguir em frente. Sentirmos que tudo em nós faz sentido é mágico. Vão sempre haver dúvidas, vão sempre haver momentos que vamos colocar tudo em causa, mas se conseguirmos parar e ouvir o nosso coração tudo se volta a centrar.

Esta coisa de vivermos alinhados é um processo contínuo. Não chegamos lá e já está. Todos os dias descubro coisas novas sobre mim mesma, umas que gosto mais outras que gosto menos, mas é um caminho sem volta. Mas seja como for, mesmo quando estou nestes dias menos bons, nada paga esta capacidade de conseguir olhar para mim mesma com olhos de ver e conseguir viver alinhada com quem sou. Saber e sentir que mesmo quando saio do carril basta-me caminhar mais um pouco e volto a entrar nele mais à frente. Foi só uma curva mais difícil, mas continuo a saber qual é a direçao certa.

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